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O cenário do e-commerce caso os impostos fossem menores

Impostos: Pelo menos o mundo virtual oferece mais vantagens do que desvantagens.

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Durante as manifestações que estão acontecendo por todo o Brasil, motivadas pelo estopim dos altos preços do transporte público, ouve-se muitas explicações dos políticos a respeito da alta carga tributária sobre o diesel, vilã que seria responsável pela impossibilidade de baixar as tarifas. Nesse contexto, é sempre um governante reclamando para o outro a respeito da má administração e gerenciamento de impostos municipais e estaduais. Em sendo mais baixos se poderia fazer mundos e fundos, dizem eles, como ocorreu recentemente com o IPI dos carros, zerado para incentivar o mercado automotivo, e o mesmo com elétros da linha branca.
O discurso, que tem se tornado comum, pelo que percebemos, faz com que tais explicações a respeito da impossibilidade de melhorar as coisas no Brasil faz sentido. Com altos impostos é difícil até para o governo trabalhar (lembrando que a administração pública terceiriza muitos serviços e essas empresas pagam impostos, descontando o valor no preço). A dúvida paira apenas no seguinte: será que chegou a hora de reformular a administração pública em relação aos impostos?
E-commerce
Puxando a sardinha para o nosso ramo, se a carga de impostos fosse menor, o comércio eletrônico seria muito mais forte. O e-commerce venceria a guerra dos impostos versus investimentos. As empresas que sofrem para fechar as contas no azul se tornariam potenciais geradoras de empregos, poderiam praticar menores preços, veriam o aumento do giro de capital e pensariam em investir em infraestrutura, qualidade de vida dos funcionários, expansão de mercado. Haveria aquecimento do ambiente digital, maior crescimento de compras pela internet, pois a facilidade vivenciada pelo cliente que recebe um produto na comodidade da sua casa valeria o investimento, que seria menor e mais prático.
É certo que a tributação brasileira precisa de uma reforma. O governo criou o Simples Nacional, incentivou o Empreendedor Individual, mas o reflexo ainda é muito pequeno, pois as empresas que começam a crescer acabam, uma hora ou outra, caindo no “complicado”, pagando taxas muito mais altas e sofrendo com uma burocracia incorrigível. Para se manter em atividade, se comparada a um atleta, a empresa precisaria treinar 24 horas por dia para atingir as suas metas, só que na hora de competir a estafa nem permitiria dar um único passo.
Lado bom
Pelo menos o mundo virtual oferece mais vantagens do que desvantagens. O empresário que deseja investir pode pensar logo em uma loja on-line, pois o número de pessoas que está migrando para as compras via internet é muito grande.
Uma boa parcela da população consumidora já está conectada e a outra parte, um pouco mais conservadora, está empolgada com a possibilidade de comprar produtos variados por um preço mais atrativo do que nas lojas físicas, e com mais facilidade para o pagamento, seja por parcelas ou descontos à vista. Inclusive, para incentivar as compras, lojas grandes aqui no Brasil que possuem ambientes físico e on-line costumam fazer diferenciação de preço de um mesmo produto. É mais barato na internet, pois a compra sai do estoque direto para a casa do consumidor, sem precisar fazer pit stop no varejo e nem acarretar em mais impostos com a entrada e saída de produtos de loja em loja.
A Inundaweb aposta muito no mercado do e-commerce, desenvolvendo lojas e ferramentas cada vez mais úteis para as empresas facilitarem a vida do cliente no momento da compra. “Entendemos que o ato de comprar, além de satisfazer uma necessidade, deve ser prazeroso, rápido e sem transtorno para ambas as partes. Quanto mais perfeito for o mecanismo, menos incomodo. Queremos que os donos das lojas, ou seja, nosso clientes, também sintam esse prazer na hora de vender, sabendo que o cliente ficará satisfeito”, explica Samuel Henrique, diretor e estrategista de contas da Inundaweb. “Enquanto não há reformas na administração do país, seguimos desenvolvendo outras ferramentas que favorecem o comércio e, paralelamente, incentivam o crescimento empresarial”, finaliza Samuel.

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