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Como as redes sociais podem trabalhar à favor da sua marca

Como as redes sociais estão mudando a forma de anunciar na internet.

O crescimento das redes sociais diversificou muito a forma de se anunciar na internet e possibilitou o crescimento de diversas empresas que souberam como se valer das novas ferramentas. Segundo a comScore as redes sociais ocupam 70% do tempo que o brasileiro passa na online, cerca de 42 horas mensais.
É um dado que prova como o investimento vale à pena – e às vezes muito mais barato do que se pode imaginar. Nesse artigo dividido em duas partes, você verá diversos casos de sucesso de empresas de pequeno porte encontrados pela revista Exame que souberam o que fazer com o que tinham em mãos.
Alice Disse é uma loja de acessórios femininos do Rio de Janeiro que começou a fazer sucesso no Twitter, e não para de crescer no Facebook. A chave para o sucesso da empresa é a linguagem mais direta e menos comercial: “Ganho a confiança das pessoas por participar das discussões de um jeito informal, em que desabafo até mesmo sobre os problemas que acontecem em qualquer empresa, como eventuais defeitos de fabricação”. A fanpage beira os 36 mil seguidores e fez até com que a loja carioca estudasse a abertura de uma filial em São Paulo.
Com mais de 300.000 seguidores no Facebook atualmente, a Kanui(loja de artigos esportivos) montou uma lojinha dentro da própria fanpage, uma idéia inteligentíssima, já que muitas vezes o usuário desiste de uma compra online pela necessidade de ir de um site a outro.
Para isso, a loja usa o LikeStore, um aplicativo desenvolvido pelo brasileiro Gabriel Borges, que permite o que os especialistas chamam de social commerce.
 Já o engenheiro Daniel Uchôa encontrou no Linkedin a chance para divulgar seus produtos. Dono da OvermediaCast, que monitora a audiência de vídeos online, Daniel descobriu na rede social o canal para falar com os empresários de forma direta:  “Pelo LinkedIn, consegui contatar mais de 500 editores de vídeo, diretores de marketing de grandes empresas e executivos de agências de publicidade. Desses contatos iniciais, 170 negociações foram adiante”.
O engenheiro usou duas ferramentas que possibilitaram esses números: o perfil pago, que permite ao usuário saber quem acessou o seu perfil (e assim descobrir quem tem interesse no seu negócio) e os links patrocinados, semelhantes aos do Google exibidos à um público pré-selecionado por localização geográfica ou pelo cargo ocupado nas empresas.
Confira a matéria completa no site da revista.

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